Operação policial apreendeu computadores e revelou sistema clandestino de abastecimento que, segundo a investigação, era usado para beneficiar a estrutura política ligada ao candidato Daniel Santos durante o período eleitoral.
Com a campanha atolada em DENÚNCIAS, INVESTIGAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO e desgaste nas ruas, o grupo do ex-prefeito Daniel Santos apelou para o CRIME ELEITORAL. O gerente de um posto de combustível em Ananindeua foi detido para prestar esclarecimentos após a polícia flagrar um esquema clandestino de ABASTECIMENTO IRREGULAR voltado para servir à estrutura política de Daniel. A operação policial interrompeu a distribuição ilegal e apreendeu os equipamentos usados no local.
SISTEMA SECRETO APREENDIDO PROVA COMPRA DE VOTOS E CAIXA 2
A irregularidade não foi um erro formal, mas uma operação planejada de CAIXA 2 e COMPRA DE VOTOS. Com a apreensão dos computadores do posto, a investigação acessou o sistema com os nomes autorizados a abastecer sem controle legal. Na lista constam operadores diretos do ex-prefeito: Franci Pereira, vereadora da base de Daniel na Câmara, e Elton Nunes, chefe de gabinete da Prefeitura. Em período eleitoral, combustível sem nota e sem prestação de contas configura DESPESA ILÍCITA e ABUSO DE PODER ECONÔMICO. Ao tentar ocultar as informações sobre o esquema, o gerente acabou levado pela polícia.
O MESMO CRIME DA OPERAÇÃO HADES REPETIDO NA CAMPANHA
A prática reproduz o mesmo padrão investigado pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARÁ (MPPA) na OPERAÇÃO HADES. Na ocasião, o MPPA apontou que empresas contratadas pela Prefeitura de Ananindeua pagaram mais de R$ 1,8 MILHÃO EM COMBUSTÍVEL entregue na fazenda JD AGROPECUÁRIA, ligada a Daniel Santos, com confirmação da fornecedora e recibos assinados por funcionários do local. Agora, o ex-prefeito aplica a mesma tática na campanha, utilizando combustível sem registro para tentar obter VANTAGEM ELEITORAL.
FLAGRANTE POLICIAL ESCANCARA O ESQUEMA CRIMINOSO DE DANIEL SANTOS
Pela legislação, todo combustível de campanha exige IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO, NOTA FISCAL e PRESTAÇÃO DE CONTAS OFICIAL. A apreensão dos sistemas do posto comprova o funcionamento de uma CONTABILIDADE PARALELA criada para abastecer a estrutura do candidato à margem da lei. Pressionado por investigações em LICITAÇÕES, GESTÃO DE HOSPITAIS e BLOQUEIO DE BENS, o grupo de Daniel Santos tem seu método exposto de forma objetiva: GERENTE DETIDO PELA POLÍCIA, COMPUTADORES APREENDIDOS e os nomes de seus aliados registrados na lista do abastecimento clandestino.
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