Ex-prefeito é lembrado por obras estruturantes, articulação política e investimentos que seguem impactando bairros e comunidades de Santarém mesmo após o fim de sua gestão.
Por trás de cada rua pavimentada, de cada obra entregue, existe uma decisão política. E decisões políticas, quando bem tomadas, mudam a vida das pessoas.
Santarém, cidade que já viveu décadas de promessas não cumpridas e obras que nunca saíam do papel, passou por uma transformação silenciosa, mas profundamente sentida no dia a dia de quem mora nos bairros mais distantes do centro. Essa transformação tem nome, tempo e método: oito anos à frente da Prefeitura, sob a gestão de Nélio Aguiar.
Os números não deixam margem para dúvida quanto à dimensão do que foi feito. Ao longo dos dois mandatos, a Prefeitura de Santarém pavimentou mais de 260 quilômetros de ruas, mais do que qualquer outra gestão na história do município conseguiu entregar. Para se ter uma ideia do tamanho do desafio: em 2017, primeiro ano da administração, a cidade tinha pouco mais de 700 km de malha viária, dos quais apenas 220 km eram asfaltados. Ao final da gestão, esse número mais que dobrou. Não é exagero dizer que mais de 250 mil santarenos tiveram a vida diretamente impactada pela chegada do asfalto às suas ruas, muitos deles, moradores de áreas que esperaram décadas por esse serviço básico.
Obra pública não é só concreto — é dignidade. Quem caminha hoje por bairros como Maracanã, Santarenzinho, Nova Vitória, Ipanema, Aeroporto Velho, Santana ou Interventoria encontra ruas com drenagem, meio-fio, calçada com piso tátil e iluminação em LED — um padrão de infraestrutura que, para muitos desses bairros, era simplesmente inimaginável poucos anos atrás. Moradores relatam que trocavam de calçado antes de sair de casa por causa da lama, ou que tinham vergonha de chamar um táxi para o próprio endereço. Esse tipo de relato, repetido em bairro após bairro, é o verdadeiro termômetro de uma gestão: não o discurso, mas a rua que se atravessa.
Mas reduzir a gestão de Nélio Aguiar ao asfalto seria injusto com a complexidade do que foi construído. A pavimentação foi, na verdade, a ponta mais visível de um método de governar baseado em algo que poucos gestores públicos brasileiros dominam com competência: a articulação política e a captação de recursos junto aos governos estadual e federal.
A arte de transformar articulação em obra concreta
Gerir uma cidade do porte de Santarém — a maior do oeste do Pará, com uma extensão territorial gigantesca e uma população que ultrapassa a capacidade do próprio orçamento municipal — exige mais do que boa vontade. Exige a habilidade de sentar à mesa com o governo do estado, com bancada parlamentar, com ministérios, e transformar projeto técnico em recurso financeiro, e recurso financeiro em obra entregue.
Foi assim que, ainda durante a gestão de Nélio Aguiar, centenas de obras começaram a nascer, a maioria entregue e algumas conclusas depois: Av. Elias Pinto, 36 novas creches, nova Orla, Estrada Pindobal, Terminal Hidroviário, Anéis Viários, UBS Fluvial e Urbana, Usina da Paz são alguns exemplos.
São obras que não aparecem de uma hora para outra. São frutos de anos de negociação, de relação de confiança construída entre gestões, e da capacidade de um prefeito de enxergar além do próprio mandato, de ter a coragem de plantar projetos que sabe que só vão florescer depois que ele já não estiver mais no cargo.
Um legado que continua produzindo resultado
Um dos testes mais duros para qualquer gestor público não é o que ele entrega enquanto está no poder — é o que continua sendo entregue depois que ele sai. Passados os oito anos de Nélio Aguiar à frente do Executivo municipal, Santarém segue colhendo os frutos de projetos e parcerias que foram gestados naquele período: obras de mobilidade, terminais, equipamentos de saúde e de assistência social que hoje beneficiam a população e que têm origem direta no trabalho de articulação feito ano após ano junto aos governos estadual, federal e parlamentares.
Isso diz muito sobre o tipo de político que Nélio Aguiar é. Há quem faça obra pensando na próxima eleição. E há quem faça obra pensando na próxima geração. Os números, os relatos dos moradores e a continuidade dos projetos ao longo do tempo sugerem que Nélio pertence ao segundo grupo.
“Cada quilômetro de asfalto, cada obra que ajudamos a viabilizar, teve um único objetivo: dar mais dignidade para quem mora em Santarém, principalmente para quem vive mais longe do centro e historicamente foi esquecido pelo poder público. Esse foi sempre o compromisso do nosso governo, e é o compromisso que quero levar comigo para dentro da Assembleia Legislativa, defendendo os interesses da nossa cidade e de todo o oeste paraense”, afirma Nélio AgAguiar.Fonte:
O Impacto

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