A tentativa de homicídio ocorreu após uma discussão motivada pela cobrança de uma dívida de R$ 200.
Um homem foi preso na madrugada desta quinta-feira (9), suspeito de tentar matar um colega de alojamento a facadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará.
Segundo informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta de 1h30, após uma denúncia de lesão corporal causada por arma branca. A equipe policial foi acionada e se deslocou até o Hospital Municipal de Novo Progresso, onde a vítima já recebia atendimento médico.
No local, os militares constataram que o homem havia sido atingido por quatro golpes de faca: duas perfurações na região do tórax, uma no braço e outra na coxa. Apesar da gravidade dos ferimentos, a vítima estava consciente e, conforme avaliação médica, não apresentava risco imediato de morte.
A vítima informou aos policiais que mora temporariamente em um alojamento de uma empresa localizado no bairro Cristo Rei, onde dividia o mesmo quarto com o suspeito.
De acordo com o relato, a discussão começou após a cobrança de uma dívida no valor de R$ 200. Durante o desentendimento, o suspeito teria pegado uma faca e desferido os golpes contra o colega.
Após o ataque, o agressor deixou o alojamento antes da chegada das equipes de socorro. A vítima foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao hospital.
Com as informações repassadas pela vítima, a Polícia Militar realizou buscas no alojamento e nas proximidades da empresa, mas o suspeito não foi encontrado inicialmente.
Pouco tempo depois, os policiais localizaram o homem no pátio da companhia, às margens da BR-163, na saída de Novo Progresso em direção ao estado de Mato Grosso.
O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Novo Progresso, onde foram realizados os procedimentos legais.
O caso será investigado pela Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias da tentativa de homicídio, ouvir testemunhas e reunir informações para esclarecer a dinâmica do crime.
A identidade dos envolvidos não foi divulgada pelas autoridades.
Fonte: Jornal Folha do Progresso

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