Caixa libera até R$ 6.220 do FGTS; veja se você pode sacar o dinheiro

Saque-Calamidade do FGTS permite retirada de valores para ajudar trabalhadores afetados por desastres naturais.A Caixa Econômica Federal liberou o Saque-Calamidade do FGTS, modalidade que permite ao trabalhador retirar até R$ 6.220 para auxiliar na recuperação de prejuízos causados por desastres naturais.

O valor disponível depende do saldo existente na conta do FGTS de cada trabalhador. Por isso, nem todos terão acesso ao valor máximo.

A liberação do dinheiro ocorre somente quando o município atingido tem a situação de calamidade pública reconhecida e o benefício é autorizado.

Quem pode solicitar o saque

O Saque-Calamidade é destinado a trabalhadores que moram em áreas afetadas por eventos como:

  • enchentes;
  • alagamentos;
  • deslizamentos;
  • outros desastres naturais.

Para solicitar o benefício, é necessário cumprir alguns requisitos:

  • Ter saldo disponível no FGTS;
  • Residir em uma área atingida pelo desastre;
  • Não ter realizado outro Saque-Calamidade nos últimos 12 meses.

Como solicitar pelo aplicativo

O pedido pode ser feito de forma digital pelo aplicativo Meu FGTS.

Passo a passo:

  1. Acesse o aplicativo e escolha a opção de saque;
  2. Selecione “Calamidade pública”;
  3. Faça login e confirme os dados;
  4. Clique em “Solicitar saque”;
  5. Informe o município afetado;
  6. Preencha o CEP e o endereço;
  7. Envie os documentos solicitados;
  8. Escolha receber por conta bancária ou realizar o saque presencial;
  9. Aguarde a análise da Caixa.

Documentos necessários

Para solicitar o benefício, o trabalhador deve apresentar:

  • Documento oficial de identificação;
  • Foto de rosto segurando o documento;
  • Comprovante de residência emitido em até 120 dias antes do decreto de calamidade.

Após a análise, a Caixa informa a aprovação do pedido e libera o valor conforme as regras do programa.

O Saque-Calamidade do FGTS é uma alternativa de apoio financeiro para trabalhadores que tiveram perdas causadas por eventos climáticos.

Fonte: Em Tempo

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