Bruno Guimarães só havia batido três pênaltis na carreira antes de perder contra Noruega

Depois do jogo, o técnico Davide Ancelotti explicou que a escolha se justificou pelo aproveitamento mostrado por Bruno Guimarães.Chamou a atenção a escolha de Bruno Guimarães para a cobrança do pênalti contra a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo.

Em toda a sua carreira, o meia só havia cobrado três penalidades, segundo estatísticas registradas pelo Sofascore e Transfermarkt. Neste domingo (5), ele parou no goleiro Nyland.

Depois do jogo, o técnico Davide Ancelotti explicou que a escolha se justificou pelo aproveitamento mostrado pelo jogador.

Bruno Guimarães nunca foi cobrador oficial de pênaltis de seus clubes e jamais havia batido alguma penalidade pela seleção brasileira.

No Newcastle, o inglês Anthony Gordon é o responsável pelas cobranças, mas o brasileiro fez dois gols de pênalti neste ano, em janeiro e fevereiro, pela Premier League.

A cobrança anterior de Bruno havia sido em 2021, pelo Lyon. Neste domingo, foi a primeira vez que ele desperdiçou um pênalti na carreira.

Davide Ancelotti justifica escolha

Depois do jogo, o técnico Carlo Ancelotti se recusou a dar a tradicional entrevista no gramado. Em seu lugar, falou Davide Ancelotti, que justificou a escolha pelo bom aproveitamento mostrado por Bruno Guimarães.

Ele só não deixou claro, porém, se o aproveitamento era em treinos ou em jogos.

“Fizemos um levantamento, dentro de um ano, dos jogadores rivais e dos nossos. O melhor da seleção era o Neymar, depois o Igor Thiago, depois Raphinha, e depois o Bruno Guimarães. E depois, Martinelli. Escolhemos o Bruno Guimarães porque pensávamos que era o melhor no campo”, disse o filho do treinador italiano.

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