Primeiro mês da gestão da governadora Hana Ghassan registrou o menor número de Crimes Violentos Letais Intencionais para o período, desde 2010. Em queda, a taxa geral de mortes também alcança os menores patamares da série histórica no Estado
O Pará registrou em 2026 o mês de abril com o menor número de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) dos últimos 16 anos. Os registros do mês consolidam o oitavo ano consecutivo de redução da violência letal no Estado, segundo balanço da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).
Segundo dados da Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (Siac), abril de 2026 encerrou com 131 casos de CVLI, englobando homicídios, feminicídios, latrocínios e lesão corporal seguida de morte. A redução é de 54,5% em relação a abril de 2010 (288 casos) e de 68,4% em relação a abril de 2018 (415 casos).
A governadora Hana Ghassan destacou que o resultado reflete uma redução contínua nos índices de criminalidade, com ações integradas, operações estratégicas como Fim de Linha e Escudo Feminino, e investimentos em estrutura, tecnologia e valorização dos agentes de segurança pública.
O secretário Ed-Lin Anselmo ressaltou que abril de 2026 foi o mês de menor número de crimes letais para o período em 16 anos, evidenciando a continuidade e eficiência das políticas públicas implantadas no Pará.
No acumulado de janeiro a abril de 2026, o Estado registrou 555 casos de CVLI, representando queda de 53% em relação ao primeiro quadrimestre de 2010, de 61,3% em relação a 2018 e de 8% em relação a 2025 (602 casos).
O delegado André Costa, titular da Siac, reforçou que os resultados são fruto de uma política pública consolidada baseada em Inteligência, Investimento e Integração, com ações coordenadas de prevenção e repressão a crimes violentos letais.
Os investimentos em segurança incluem novas viaturas, armamentos, munições, lanchas rápidas, bases fluviais integradas, sistemas de monitoramento inteligente e mais de mil câmeras de videomonitoramento, incluindo totens com reconhecimento facial e leitura de placas veiculares.
(Agência Pará)

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