Segundo pesquisas, impactos positivos estão ligados a níveis de estresse
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Quem vive se atrasando pode associar o hábito à falta de organização, mas a psicologia aponta que esse comportamento pode ter um lado positivo. Estudo de instituições como o National Institutes of Health e Harvard University revela que, em alguns casos, pessoas que se atrasam frequentemente apresentam níveis mais baixos de estresse. Esse aspecto positivo pode explicar o padrão de atraso.
Pesquisadores em comportamento humano destacam que o atraso pode estar relacionado a fatores como traços de personalidade e questões emocionais. O psicólogo Oliver Burkeman explica que, em alguns casos, o atraso é inconsciente e pode refletir uma busca por controle em interações ou uma necessidade de chamar atenção ao chegar.
Embora o atraso possa ser visto como falta de consideração, especialistas alertam que insegurança, necessidade de aprovação e uma percepção distorcida do tempo podem ser motivos. O desenvolvimento de autoconhecimento pode ajudar a melhorar esse comportamento.
O lado positivo: Pessoas que se atrasam frequentemente têm uma relação mais flexível com o tempo, o que pode resultar em decisões mais serenas e redução do estresse.

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