João Vitor de Lima Franco, de 25 anos, está sem contato com a família há mais de 20 dias; a última localização conhecida do jovem foi um hotel em Belém.
João Vitor de Lima Franco, de 25 anos, morador de Araraquara (SP), está desaparecido há mais de 20 dias.
O piloto agrícola embarcou no Aeroporto de Ribeirão Preto (SP) no dia 10 de março, em uma viagem de mais de 2.500 km até Belém (PA) em busca de uma oportunidade de trabalho. Segundo a família, os custos da viagem foram assumidos por uma empresa interessada em seus serviços.
De acordo com a mãe, a professora Alessandra Cristina de Lima, João Vitor manteve contato frequente até o dia 12 de março. Sua última comunicação registrada ocorreu em 14 de março, quando conversou com a mãe de seu filho de seis meses. Desde então, ele não foi mais localizado.
As investigações iniciais indicam que o piloto ficou hospedado entre os dias 11 e 12 de março em um hotel na Avenida Dr. Enéas Pinheiro, em Belém. O hotel confirmou que ele deixou o local, mas não forneceu imagens das câmeras de monitoramento nem detalhes sobre se ele estava acompanhado.
A família registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia Seccional de Araraquara. Entretanto, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) informou que não há registro do caso na Delegacia de Pessoas Desaparecidas da Polícia Civil do Pará até o momento.
Alessandra relata que o desaparecimento é atípico, pois João nunca havia se ausentado sem avisar e sempre manteve contato frequente com a família. A preocupação aumentou após o piloto não ligar nos aniversários do pai e da mãe. "Ele nunca fez isso, então alguma coisa de ruim deve ter acontecido", afirmou a mãe, que diz ter perdido cerca de 10 quilos devido à preocupação.
Para auxiliar na identificação, a família informou que João Vitor possui tatuagens da Nossa Senhora da Ave Maria e do Coração do Santíssimo no braço direito. Até o fechamento desta reportagem, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não havia se pronunciado sobre a notificação do caso às autoridades paraenses.
Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Cássio Leal.

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