Deputado defende produtores do Pará e garante segurança fitossanitária do cacau nacional
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O deputado federal Henderson Pinto informou que a Câmara aprovou o regime de urgência para sustar uma norma que, segundo ele, permitiria a importação de amêndoas de cacau sem o mesmo controle fitossanitário exigido no Brasil. “Isso aqui vai continuar seguro pra quem gosta de chocolate e pra quem produz”, afirmou após a votação.
Henderson Pinto acompanha de perto a pauta, considerada estratégica para o Pará, maior produtor de cacau do país. De acordo com o deputado, a norma abriria brecha para a entrada de produto estrangeiro sem exigências equivalentes às impostas ao produtor nacional.
“Enquanto o nosso produtor aqui do Pará segue regra, trabalha certo, gera emprego e produz a melhor amêndoa do mundo, queriam abrir a porta pra produto vindo do outro lado do mundo, sem o mesmo controle. Isso traz risco direto às plantações e aos empregos”, destacou.
O Pará responde por mais de 50% da produção nacional de cacau, com destaque para a região da Transamazônica e sudeste do estado. A cadeia envolve milhares de famílias e sustenta empregos em toda a indústria do chocolate.
Com a urgência aprovada, o texto que susta a norma segue agora para análise do Senado. Henderson Pinto afirmou que vai manter a articulação para garantir a continuidade da medida.
“Seguimos trabalhando pelos nossos produtores. Agora vai pro Senado e eu sigo articulando pra não deixar o produtor na mão”, reforçou.
Defesa da produção nacional
Conhecido pela atuação na pesca no Pará, Henderson Pinto tem ampliado a agenda em defesa de outras cadeias produtivas do estado, como o cacau. A norma em discussão poderia facilitar a entrada de pragas como a monilíase, ainda ausente no Brasil.
Para o deputado, a decisão da Câmara estabelece um limite claro. “O cacau paraense não pode competir em desigualdade. Regra tem que valer pra todo mundo”, concluiu.
Ascom deputado federal Henderson Pinto

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