Em entrevista ao portal Estado do Pará Online (EPOL), Janete Almeida, mãe da vítima, afirmou que a filha não apresenta atividade motora nem consegue se comunicar.
Foto: Divulgação
A mãe de uma mulher brutalmente agredida pelo companheiro no município de Tomé-Açu, no nordeste do Pará, relatou ao portal Estado do Pará Online (EPOL) que a filha está internada em estado gravíssimo e foi transferida para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, unidade referência em atendimentos de alta complexidade no estado. A informação foi confirmada pela família da vítima.
Em entrevista ao repórter Sérgio Manoel, Dona Janete, mãe da vítima, afirmou que recebeu a notícia por volta das 2h da madrugada, por meio de uma familiar do marido.
“Eu saí de casa umas 3h30 e cheguei em Tomé-Açu era umas 5 horas, 4 e pouco quando cheguei”, contou.
Estado de saúde é crítico
Em entrevista ao portal Estado do Pará Online (EPOL), Janete Almeida, mãe da vítima, afirmou que a filha não apresenta atividade motora nem consegue se comunicar.
“Ela não fala, não se mexe. O estado dela é gravíssimo.”
Durante o relato, a mãe utilizou o termo “estado de óbito”, o que levanta a necessidade de confirmação oficial sobre eventual abertura de protocolo de morte encefálica junto à equipe médica do Hospital Metropolitano.
Até o momento, não há posicionamento formal da unidade de saúde sobre o quadro clínico atualizado.
Leito de UTI
A vítima já ocupa um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Metropolitano. Antes da transferência, a família aguardava liberação de vaga enquanto ela permanecia no hospital local de Tomé-Açu.
Histórico de violência
Segundo a mãe, o relacionamento de 11 anos teria sido marcado por agressões recorrentes. Ela afirma que a filha já havia conseguido medida protetiva anteriormente e que o suspeito teria sido preso em ocasiões passadas.
“Minha filha vivia acuada na mão desse homem.”
A família cobra que o suspeito permaneça preso e responda judicialmente pelo caso.
Situação dos filhos
A vítima é mãe de quatro crianças, sendo um menino de 10 anos com autismo e outros três menores. Diante da gravidade do caso, também está sendo verificado se o município de Tomé-Açu ou o Governo do Estado estão prestando assistência social à família, especialmente às crianças.
Até o fechamento desta matéria, não havia confirmação oficial sobre acompanhamento do Conselho Tutelar ou oferta de suporte psicológico e social.
O EPOL segue acompanhando o caso e aguarda retorno da assessoria do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, das autoridades policiais e dos órgãos de assistência social para atualização das informações.

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