Fiscal da Adepará é executado a tiros dentro de academia no sudeste do Pará

Fábio Alan Queiroz, servidor de carreira da Adepará, foi morto enquanto chegava à academia acompanhado da esposa; motivação do crime ainda é desconhecida.

Divulgação 

Um engenheiro agrônomo da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) foi morto a tiros no início da manhã desta sexta-feira (13) dentro de uma academia em São Geraldo do Araguaia, no sudeste do Pará.

A vítima foi identificada como Fábio Alan Queiroz, servidor da Adepará lotado no município. O crime ocorreu por volta das 6h, quando ele chegava ao local para realizar atividade física acompanhado da esposa, identificada apenas como Márcia.

De acordo com informações apuradas, o casal chegou à academia localizada na Rua Andorinhas, região central da cidade, em uma motocicleta. A mulher teria descido do veículo ainda na rua, enquanto Fábio Alan subiu na calçada para estacionar.

Nesse momento, um homem usando capacete se aproximou correndo e efetuou diversos disparos pelas costas da vítima. Após os tiros, a esposa correu para dentro da academia. O atirador fugiu logo em seguida e há suspeita de que ele tenha contado com o apoio de um segundo indivíduo que o aguardava em uma motocicleta nas proximidades.

Imagens de câmeras de segurança que circulam nas redes sociais mostram a ação do suspeito, que dispara várias vezes contra o engenheiro agrônomo.

No momento do crime, outras pessoas estavam na academia, entre elas o juiz Antônio José dos Santos, titular da Comarca de São Geraldo do Araguaia. A esposa da vítima é servidora municipal e atua cedida ao Tribunal de Justiça.

Fábio Alan era servidor de carreira da Adepará e exercia atividades de fiscalização agropecuária no município. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são desconhecidas.

O corpo da vítima permaneceu no local até a chegada de equipes do Instituto Médico Legal (IML), que foram acionadas para realizar a perícia e a remoção.

A Polícia Civil deve instaurar inquérito para investigar o homicídio e identificar os responsáveis pelo crime.

Fonte: Debate Carajás 

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