Decreto de Helder Barbalho garante terra e segurança jurídica a 7 mil famílias no Juá, em Santarém

Os custos do processo serão pagos com recursos do Tesouro Estadual, já previstos no orçamento.
Governador Helder Barbalho exibiu documento assinado, em 19 de outubro de 2025, que garantia a desapropriação de terras destinadas às famílias que ocupavam área particular em Santarém - Créditos: Portal OESTADONET/Arquivo

O processo de regularização fundiária da ocupação do Juá, em Santarém, no oeste do Pará, avançou mais um passo decisivo. O governador Helder Barbalho (MDB) assinou o Decreto nº 5.169, que declara de utilidade pública a área chamada Vista Alegre do Juá, localizada na zona urbana de Santarém, no oeste do Pará.

O ato garante estabilidade e segurança jurídica para cerca de 7 mil famílias que vivem na ocupação. A medida abre caminho para a regularização fundiária e a implantação de projetos habitacionais no local.

A medida complementa o acordo de desapropriação firmado em outubro do ano passado e tem como foco organizar o crescimento urbano e viabilizar programas habitacionais de interesse social. A coordenação das ações ficará sob responsabilidade da Companhia de Habitação do Estado do Pará (Cohab).

Ao todo, a área desapropriada ultrapassa três milhões de metros quadrados, divididos em três grandes lotes. São eles: o Lote 02, com pouco mais de 184 mil metros quadrados; o Lote 09, com cerca de 743 mil metros quadrados; e o Lote 10, o maior deles, com mais de 2,1 milhões de metros quadrados.

Com a publicação do decreto, a desapropriação poderá ser feita de forma amigável ou, se necessário, pela via judicial. O texto também prevê caráter de urgência, o que permite acelerar os trâmites legais para dar início aos projetos habitacionais o quanto antes.

A Procuradoria-Geral do Estado ficará responsável pelas medidas judiciais, enquanto a Cohab cuidará das etapas administrativas e da implantação dos empreendimentos. Os custos do processo serão pagos com recursos do Tesouro Estadual, já previstos no orçamento.

Fonte: Estadonet

0 Comentários