A operação de busca conta com militares, voluntários e apoio do Exército, utilizando helicópteros, drones e cães farejadores.
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As buscas pelos irmãos Ágata Isabelle e Allan Michael entraram no 9º dia nesta segunda-feira, 12, com intensa movimentação de militares e voluntários, em Bacabal, no Maranhão. Ao G1, o coronel Wallace Amorim, comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), afirmou que “Só vamos parar quando encontrarmos as duas crianças que estão faltando”. O comandante também afirmou que a operação tem com apoio de militares que estavam afastados. “Muitos policiais aqui estão de férias, licença prêmio, na sua folga, indo para ajudar. Assim como a sociedade local, que acompanha aqui dentro dos matos. A gente encontra muita gente a pé, a cavalo, de moto”, disse ao G1.
Além dos policiais e bombeiros, a operação de buscas conta com apoio do Exército e de 600 pessoas, incluindo agentes de segurança e voluntários.
Terreno inóspito
Os pequenos desapareceram no domingo, dia 4 de janeiro, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal. O primo que estava com eles, Anderson Kauã, de 8 anos, foi localizado na última quarta-feira, 7, e continua em observação no hospital da cidade. O relato do menino é usado como direcionamento para as equipes de busca. A região é considerada inóspita, não possui energia elétrica e apresenta riscos adicionais, como a presença de armadilhas instaladas por caçadores, prática comum na área. As buscas em Bacabal estão concentradas na região dos lagos, entre o povoado Santa Rosa e o Quilombo São Sebastião dos Pretos. A ação conta com o apoio de um helicóptero, drones com sensor térmico e cães farejadores.
Fonte: Debate Carajás

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