Bacabal: irmãos teriam sido vistos em hotel de São Paulo

Segundo o secretário de segurança pública do Maranhão, Maurício Martins, as informações estão sendo checadas em cooperação entre as Polícias Civis do Maranhão e de São Paulo.

Divulgação 

A Polícia Civil de São Paulo investiga uma denúncia de que os irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael, desaparecidos há 23 dias em Bacabal, no Maranhão, teriam sido vistos em um hotel no centro de São Paulo, no sábado (24).

Segundo o secretário de segurança pública do Maranhão, Maurício Martins, as informações estão sendo checadas em cooperação entre as Polícias Civis do Maranhão e de São Paulo e, para não comprometer os trabalhos, não é possível antecipar detalhes no momento.

Ele reiterou que “todas as informações e denúncias recebidas sobre o caso são devidamente verificadas” e que as buscas pelas crianças continuam em áreas de mata, rios e lagos, em paralelo a uma investigação rigorosa.

Equipes reduzidas

Em coletiva de imprensa na última quinta-feira (22), o secretário de segurança do Maranhão informou que as buscas por Ágatha e Allan continuam, mas com equipes reduzidas. A nova fase terá “estratégias mais específicas”.

Nenhuma hipótese sobre o desaparecimento foi descartada. No Rio Mearim, as buscas aquáticas e subaquáticas percorreram cerca de 19 quilômetros. Desse total, cinco quilômetros foram analisados com o uso de equipamento de alta tecnologia da Marinha.

Notícias falsas

Martins pediu cautela à população e reforçou que comentários sem embasamento podem atrapalhar as investigações. “Boatos apenas ampliam a dor da família e prejudicam diretamente os trabalhos de busca”, frisou.

Segundo ele, uma comissão formada por delegados de São Luís, em conjunto com a delegada titular da Delegacia de Bacabal, atua para apurar todos os detalhes levantados ao longo das buscas.

“Todas as pessoas ouvidas até o momento foram chamadas na condição de testemunhas. Qualquer informação diferente disso é falsa. Espalhar boatos ou repassar informações falsas às forças de segurança é crime”, alertou Maurício Martins.

O secretário foi categórico em afirmar que aqueles que espalham boatos podem ser responsabilizados. “Informações oficiais sobre o caso são divulgadas exclusivamente por meio de porta-vozes autorizados ou de notas oficiais”, finalizou.

(Com informações do Diário do Pará)

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