Um dado recente do mercado de tecnologia serve de alerta e inspiração para o Norte do Brasil: em outubro, quase 25% de todos os empregos de tecnologia gerados no país foram no Recife . O número valida a tese de que a inovação de alto nível não é exclusividade do eixo Sul-Sudeste.
Mas como traduzir o sucesso do "Porto Digital" para a realidade do Tapajós?
Em artigo publicado nesta semana, o consultor e professor Daniel Nunes analisa como o Oeste do Pará pode usar esse exemplo para fortalecer seu próprio ecossistema. Segundo Nunes, assim como o Recife abraçou sua identidade para crescer, a região possui "a faca e o queijo na mão" para liderar através da sua própria vocação, sem tentar copiar modelos externos.
O especialista destaca que o Oeste do Pará já detém os ativos essenciais: um território rico e uma base acadêmica sólida, formada por UFOPA, IFPA, EETEPA e pelas Instituições de Ensino Superior Privadas. Juntas, elas geram o capital intelectual necessário. O grande desafio apontado por Daniel, no entanto, é a retenção desses talentos e a criação de um mercado local que absorva essa mão de obra qualificada.
O texto completo aprofunda essa discussão e traz uma ressalva estratégica: embora a Bioeconomia seja a maior vantagem competitiva local, ela não é a única fronteira. Existe um vasto campo para inovação em logística fluvial, soluções urbanas e serviços.
🔗 Leia o artigo na íntegra: Do Manguezal ao Tapajós: O Que o Boom Tecnológico do Recife Ensina ao Oeste do Pará


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